domingo, 18 de outubro de 2009

Menino é comparado a Einstein em teste de QI

Loirinho, olhos azuis, 2 anos e meio de idade, o xodó do papai e da mamãe - corujas assumidos que desde cedo enxergaram qualidades ''excepcionais'' no menino. Aos 4 meses, os pais acharam que Oscar já ria das partes engraçadas das historinhas que ouvia. Com um ano e meio, Oscar teria declamado o alfabeto inteiro. Segundo a mãe, nessa época ele já dominava um vocabulário de 600 palavras - cerca de 30 vezes mais do que o normal. 



Quando tinha apenas um ano e oito meses de idade, Oscar acordou durante a madrugada e chamou pelos pais. Eles pensaram que o filho estava com fome. Mas o que ele queria era conversar sobre o Império Romano. Foi aí que os pais perceberam que tinham um filho pra lá de especial. 
A mãe, que é formada em ciências médicas, e o pai que estudou ciências da computação, contam que foi uma surpresa atrás da outra. Antes dos 2 anos, Oscar já explicava, detalhadamente, como nascem os pinguins e como é formado o sistema solar. Também sabia de cor os nomes de dezenas de pássaros britânicos. 
“Ele fala sobre tudo e fala muito rápido”, confirma o pai, sem esconder o orgulho que sente do filho. 
Quem vê o menino brincando no jardim pode até não enxergar nada de anormal. Só que ele é um daqueles casos em que as aparências enganam. Pelo menos é o que atestou o Mensa, o conceituado instituto internacional de avaliação mental. Em um teste de QI (que avalia o nível de inteligência), Oscar fez 160 pontos, a mesma pontuação de gênios como Albert Einstein, por exemplo. 
“O QI médio da população é sempre 100. Existe uma banda de variação entre 85 e 115. Então, a grande maioria dos indivíduos de uma população vai ficar entre 85 e 115. Acima desse valor já é considerado um QI que tende a ser alto”. 
O teste aplicado em Oscar é especial para crianças da idade dele. Perguntas e respostas simples e provas de raciocínio. O que surpreendeu os pesquisadores do Instituto Mensa não foi só a agilidade do menino, mas seu poder de organizar as idéias e até formar opinião própria. 
No jardim, eu pergunto o que ele espera ganhar no Natal. Oscar diz que só não quer uma árvore enfeitada porque é contra o corte de árvores... Mas, então o que quer ganhar do Papai-noel? 
“Quero amigos, outras crianças com quem eu possa brincar e falar”, conta. 
A mãe de Oscar explica: “o menino se sente deslocado entre os amiguinhos da mesma idade. Outro dia, ele comentou na escolinha que não gostou do final do filme 'A bela e a fera’ porque a fera virou um ser humano. Ele preferia a fera como fera. Deu pena. Oscar se sentiu ignorado”. 
“Uma das dificuldades que a criança de QI alto pode encontrar é de integração com seus pares da mesma faixa etária, já que os seus interesses podem não ser compatíveis com o dessas crianças da mesma faixa etária. Não só isso, mas sua capacidade de compreensão de determinadas cenas, de determinados acontecimentos pode ir além das outras crianças, o que pode causar inclusive desavenças”. 
É por isso que os pais estão preocupados. Eles sabem que têm nas mãos uma missão delicada. Criar Oscar como ele é, ou seja, um menino especial. Garantir que ele tire o máximo proveito da inteligência que tem e que seja feliz, na infância e também quando se tornar um adulto.



Meu comentário: 

Conversar sobre o Império Romano com 1 ano e 8 meses?? 
Será que alguém ainda tem dúvidas de que a consciência nunca morre? Daonde ele tiraria isso?
Achei interessante postar aqui.
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Um comentário:

marlitma disse...

Eis que surge (na mídia) mais uma criança que vem nos mostrar alguma coisa. O importante não é esta criança conversar sobre o Império Romano, mas porque uma criança de dois anos que conversa sobre o Império Romano está aqui, agora, aparecendo no show da vida? Não é chegada a hora de pensarmos todos nós o que estamos fazendo aqui e prá onde vamos?