sábado, 17 de outubro de 2009

De Volta Para o Futuro

Ontem Filipe e eu assistimos à Triologia "De Volta para o Futuro". A idéia é genial, sensacional mesmo... e, depois de ter REassistido a Triologia pela 2a. vez (há uns 3 anos atrás eu fiz a mesma maratona), cheguei à conclusão de que o segundo filme é o melhor dos 3! É quase injusto afirmar isso, já que a Triologia poderia ser um filme só, com tudo muito bem pensado e super encaixado... 


No Primeiro filme, "Doc" descobre que é possível viajar no tempo, mas como o DeLorean é abastecido com plutônio, o cientista acaba se envolvendo com um grupo de terroristas líbios para conseguir o explosivo. Quando os Líbios descobrem que foram enganados, abrem fogo contra os dois no estacionamento de um Shopping. Doc acaba baleado e Marty foge na máquina do tempo que estava programada para voltar a 5 de novembro de 1955 e, ao alcançar as 88 milhas por hora, Marty volta 30 anos no tempo e acaba ficando lá por uma semana porque acabou conhecendo sua mãe, que se apaixona por ele (e se ela não se apaixonar pelo seu pai como devia ter sido, em 1985 Marty não irá existir). Ele se mete em uma série de confusões para unir seus pais e também encontra seu amigo "Doc" 30 anos mais jovem e agora precisa convencê-lo de que veio do futuro numa máquina do tempo construída pelo cientista e que a mesma precisa ser consertada para que ele possa voltar de onde veio. Com a ajuda de Doc, Marty volta a 1985 alguns minutos antes do cientista ser baleado pelos terroristas, mas fica triste por não conseguir impedir o fato... acontece que em 1955 Marty escreveu uma carta ao amigo, avisando sobre o seu assassinato em 26 de outubro de 1985 e, assim, Doc usava um colete a prova de balas, o que salvou sua vida.


O Segundo filme foi genial demais pelo fato de eles (em 1985) irem para 2015 para mudarem o destino do filho do Marty e, ao voltarem ao ano de 1985, encontram outra realidade (porque o Biff de 2015 descobre que o Doc construiu uma máquina do tempo e, com o almanaque esportivo em mãos, volta ao ano de 1955 e dá o almanaque para si mesmo ainda jovem e torna-se rico apostando em jogos), então para que o mundo volte a ser um bom lugar, Marty precisa voltar ao ano de 1955 e destruir o almanaque (antes que o Biff comece a ganhar dinheiro nas apostas e se torne poderoso). O mais genial disso tudo é que, como Marty já esteve em 1955 (no primeiro filme, quando faz a passagem acidentalmente, fugindo dos Terroristas Líbios), ele precisa ter cuidado redobrado para não encontrar consigo mesmo. É incrível como o primeiro e o segundo filme podem ser vistos acontecendo simultaneamente na ocasião em que Marty retorna a 1955.
Então, aquela cena clássica do raio atingindo a Torre do Relógio da Igreja e o carro sumindo deixando rastros de fogo, acaba aparecendo nos 3 filmes (perto do final do primeiro filme, quando o Doc de 1955 manda Marty de volta para o ano de 1985);  no final do segundo filme (quando a cena da passagem se repete) e no início no terceiro filme, assim que a máquina do tempo some, o segundo Marty (o que havia retornado para destruir o almanaque) reaparece dizendo ao Doc que voltou do Futuro, já com uma carta escrita pelo próprio cientista 70 anos antes (em 1885). Parece complexo quando se lê, mas vendo o filme dá pra entender... 


Bom... como o Doc foi parar em 1885 e deixou Marty em 1955, sem o DeLorean, ele enterra a máquina do tempo e escreve nesta carta todas as coordenadas para que o equipamento seja encontrado (para que Marty possa retomar sua vida normal no ano de 1985), mas como o jovem descobre que o amigo cientista morreu assassinado uma semana depois de lhe escrever aquela carta, ele acaba indo para 1885 para tentar salvar a vida do seu amigo. Aí o terceiro filme se passa no Velho Oeste, onde Marty conhece seus tetravós e seu bisavô, ainda bebê... No final do filme, Marty consegue voltar a 1985 sendo empurrado na máquina do tempo por uma locomotiva e Doc decide ficar para trás, pois se apaixonou por uma professora.


O primeiro filme é de 1985 mesmo, o segundo só foi lançado 4 anos depois e, o terceiro, logo em seguida do segundo. Sem dúvida, um clássico de Spilperg!! Obviamente o futuro é bem diferente do que o que vivemos hoje, começando pelo fato de que nossos carros não voam (e estamos relativamente longe desse feito).

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